Com a palavra Troiano…

16 10 2008

IV Seminário Marketing 360º: Troiano aborda extensão de marcas no Brasil

Por Guilherme Neto

O IV Seminário Marketing 360º encerrou o seu primeiro dia de palestras com uma apresentação de Jaime Troiano, sócio-diretor da Troiano Consultoria de Marca. O executivo dissertou sobre uma pesquisa que abordou a extensão de marcas no Brasil. Apontando vantagens como baixo custo de Marketing, agregação de valores, reforço da “marca-mãe” – como denominou – e potencialização dos negócios da empresa, Troiano apontou características do mercado brasileiro e apontou os princípios e armadilhas que as marcas geralmente percorrem ao se aventurar em novas categorias de produtos.

O levantamento da empresa de consultoria de marca investigou 2228 produtos de 456 marcas, distribuídos em 64 categorias. O estudo observou que 77% dos produtos auditados em cada categoria em média são extensões de marca. Em casos de eletrodomésticos, no entanto, o número aumenta para 93%.

Ao mesmo tempo, descobriu-se que 64% das marcas possuíam algum tipo de produto de extensão de marca. Em média, cada marca possui produtos em cerca de seis categorias. “Mas tamanhão não é documento. Há marcas fortes não apenas em famílias grandes, mas também em médias e pequenas”, explica Troiano, citando as marcas Nívea, Tilibra e Toddy respectivamente.

Marcas seguem oito princípios na extensão de marcas
Segundo a pesquisa, as extensões de marcas costumam seguir oito princípios. Sete deles são a mudança da apresentação de um produto – por exemplo, a mudança de leite liquido em leite em pó-; preservação de ingrediente; produtos complementares; conservação da forma de embalagem; foco no mesmo público-alvo; aproveitamento de expertise industrial e transferência de valores da marca. “Por último, está a extensão que usa apenas a força, vaidade corporativa, para legitimá-la, criando casos que com certeza dão errado”, completou.

Para evitar fracassos, Troiano salienta que é preciso obedecer a afinidade entre os produtos, tanto em seu aspecto físico como intangível e obedecer a absorção do consumidor. “É preciso ainda levar em conta que marcas fracas sem história não criam uma boa família de produto e que extensões mal sucedidas costumam manchar o poder de diluição da marca mãe”, diz Troiano. Para ele, todas essas lições também servem para o setor de licenciamento.





Concorrência escandinávia…

16 10 2008

Nokia entra na batalha da música digital contra a Apple

Por Kate Holton

LONDRES (Reuters) – Os britânicos que até agora só usavam a Apple iTunes para adquirir música em formato digital agora contam com um novo e atraente brinquedo: o serviço de música digital da Nokia, que oferece milhares de faixas musicais gratuitamente.

Os novos celulares “Comes with Music” da Nokia não são vantagem apenas para quem tenha aversão à Apple: os pais, preocupados com a pirataria, também podem aderir ao serviço por assinatura.

Os celulares “Comes with Music” farão sua estréia mundial no dia 16 de outubro, no Reino Unido, e oferecem acesso ilimitado a música das quatro grandes gravadoras e de muitas independentes, e as gravações baixadas podem ser mantidas depois que o contrato anual do serviço expirar.

As faixas individuais podem ser baixadas para um único computador, de graça, ainda que o custo da música esteja refletido no preço do celular em si.

Mas com milhões de consumidores já sintonizados aos seus iPods ou ao mais recente iPhone, da Apple, a Nokia tem um grande atraso a recuperar. Devido ao software antipirataria, as faixas do serviço não poderão ser executadas em um iPod.

“Embora o Comes with Music ofereça algo que falta na Apple, o novo aparelho e o escopo do serviço ainda estão bastante para trás”, disse Richard Windsor, analista da Nomura, explicando que apenas alguns dos celulares da Nokia ofereceriam o serviço, diante da gama muito mais ampla de ofertas da Apple.

“Mas o preço do aparelho e do serviço são relativamente atraentes, e acreditamos que existirá uma boa demanda”, acrescentou.

O esguio modelo 5310 XpressMusic é o primeiro a ser lançado com o serviço. As canções, que englobam gêneros como o hip-hop e a música clássica, estarão disponíveis no aparelho ao longo dos 12 meses de contrato, e posteriormente os usuários poderão adquirir faixas individuais ou outro celular da linha “Comes with Music”, se desejam manter seu acesso ilimitado à música.

Qualquer pessoa que adquira um novo aparelho teria de transferir as faixas existentes do computador para o novo celular.





E a inclusão continua…

15 10 2008

Doze anos após o Hotmail, Microsoft vem ao Brasil oferecer e-mail grátis

Folha Online

Mais de 12 anos depois do lançamento do primeiro grande webmail grátis de alcance internacional, a Microsoft e o governo do Estado de São Paulo anunciaram nesta terça-feira (14) que vão oferecer o serviço para alunos e professores da rede estadual de educação. A expectativa é que sejam abertas 5,5 milhões de contas.

A Microsoft vai disponibilizar, por meio de um site do governo, um serviço similar ao que já oferece desde 1997, quando a empresa comprou o Hotmail, um pioneiro no gênero, lançado em 1996. O executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, participou do anúncio.

Alunos e professores das escolas estaduais terão –se quiserem– um e-mail com o modelo “nomesobrenome@acessaescola.sp.gov.br” ou “nomesobrenome@professor.sp.gov.br”. No caso de alunos e profissionais do Centro Paula Souza, os domínios serão “etec.sp.gov.br” ou “fatec.sp.gov.br”.

A caixa de mensagens terá 5 Gbytes para armazenamento, mesmo limite oferecido pelo Hotmail –o Gmail, do Google, tem mais de 7 Gbytes e o Yahoo!, capacidade ilimitada.

De graça, até…

Questionado sobre importância da iniciativa, já que há outros webmails consolidados no mercado, o governador José Serra (PSDB) destacou o fato de ser um serviço gratuito. “Primeiro porque não custa [nada]. Se me derem um e-mail, eu pego.”

De acordo com o tucano, o projeto custaria R$ 5 milhões ao Estado caso não existisse a parceria com a Microsoft.

A idéia da iniciativa é que os alunos que não tiverem computador acessem o webmail na escola, em LAN houses ou telecentros –em virtude da ainda baixa adesão da população aos PCs, esses estabelecimentos são o segundo local preferido dos brasileiros para acesso à internet.

Serra promete que até o fim do ano 500 escolas estarão equipadas com novos computadores e monitores para orientar o uso –ele não sabe dizer, no entanto, quantas usufruem da internet hoje.





Dando 2 (notícias) seguidas… Rapidinhas das Telecomunicações

15 10 2008

Aeroportos terão wi-fi gratuito.

SÃO PAULO – A Infraero informou que irá oferecer Wi-Fi gratuito para os passageiros em 12 aeroportos brasileiros.

Passageiros terão acesso à rede sem fio gratuita nos saguões e áreas de embarque, a partir de dezembro, nos aeroportos de Guarulhos (SP), Galeão (RJ), Brasília (DF), Confins (MG), Santos Dumont (RJ), Congonhas (SP), Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Curitiba (PR) e Belém (PA)
Para a instalação do serviço nesses aeroportos, a Infraero afirma que está investindo cerca de R$ 1,1 milhão. A Infraero planeja oferecer Wi-Fi nos 67 aeroportos que administra, sendo que 20 deles devem ser atendidos até o fim de 2009.

Brasil ganha 2,3 mi novos clientes de celular em setembro
SÃO PAULO (Reuters) – O Brasil alcançou o total de 140,788 milhões de assinantes de celular no mês de setembro, segundo dados preliminares informados pelas operadoras à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e divulgados nesta quarta-feira.

De acordo com os números, o país adicionou 2,368 milhões de novos clientes de telefone móvel no mês passado. Nos nove meses acumulados este ano, foram 19,808 milhões de novas linhas de celular.

O mês de mais adesões no ano até agora foi agosto, quando 3 milhões de novas linhas foram adicionadas. Em maio, mês do Dia das Mães, foram 2,8 milhões, e em junho, por conta do Dia dos Namorados, 2,6 milhões.

Em relação a setembro de 2007, quando o Brasil tinha 112,753 milhões de celulares, o aumento do mês passado foi de 25 por cento.

A região que mais apresentou crescimento, de acordo com os dados da Anatel, foi a região 3, que engloba o Estado de São Paulo. O crescimento nessa área foi de 2 por cento no mês, enquanto nas áreas da Oi (parte da região Norte mais Nordeste e parte do Sudeste) a alta foi de 1,6 por cento e na região da Brasil Telecom (restante do país), de 1,5 por cento sobre o mês anterior.

Apesar do forte crescimento no total de assinantes, a relação entre pré e pós-pagos não mudou. O pré-pago continua a responder por 81 por cento do total de celulares, mesmo índice de agosto deste ano e de setembro do ano passado.





Singela homenagem para alguns amigos…

14 10 2008

Computadores antecipam horário de verão e confundem usuários

Folha Online

A Microsoft e a Apple se anteciparam em uma semana ao início do horário de verão, fazendo com que os relógios do Windows e dos sistemas Mac fossem adiantados em uma hora automaticamente no último sábado.

Na realidade, o horário de verão começa à 0h do próximo dia 19 (domingo), nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, quando os relógios devem ser adiantados em uma hora. A medida ficará em vigor até 15 de fevereiro de 2009.

A Microsoft lançou um pacote de atualização do Windows para que o usuário faça a correção manualmente –evitando que o horário errado retorne. A atualização pode ser baixada pelo site da empresa, que não se pronunciou sobre as causas da falha deste fim de semana. A Apple também não comentou o erro do sistema.

O horário de verão afeta os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

A medida é adotada sempre nesta época do ano por causa do aumento na demanda, resultado do calor e do crescimento da produção industrial às vésperas do Natal. Nesse período, os dias têm maior duração por causa da posição da terra em relação ao sol, e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.

O horário de verão foi adotado pela primeira vez no Brasil em 1931, com duração de cinco meses. Até 1967 a mudança no horário ocorreu nove vezes. Desde 1985, no entanto, a medida vem sendo adotada sem interrupções, com diferenças apenas nos Estados atingidos e no período de duração.





Pro pessoal que gosta de brincar no Photoshop…

14 10 2008

Vocês devem estar pensando “Puuuuta cara mala, fica postando tutorial no blog”, a grande mágica dos tutoriais não é aprender a fazer o que eles se propõe a fazer e sim aprender, descobrir como utilizar as ferramentas e as opções que este editor nos oferece.

Por tanto galerinha “prestem mais atenção na viagem do que no destino”… Chico Xav..hahaha brincadeiras a parte, é mais ou menos assim que nós aprendemos.

Boa diversão para todos!

link:http://sixrevisions.com/graphics-design/30-beautiful-photoshop-illustration-tutorials/





J&J anuncia lucro em meio à crise…

14 10 2008

Lucro da Johnson & Johnson cresce 30% no 3º trimestre

Portal EXAME

Mesmo em meio à crise financeira, a fabricante de produtos de saúde Johnson & Johnson anunciou hoje, antes da abertura do mercado em Nova York, um aumento de 30% no lucro líquido do terceiro trimestre deste ano, em comparação com o resultado de igual período do ano passado. Além disso, o grupo elevou sua previsão de resultado para o ano. O lucro da empresa passou de US$ 2,55 bilhões (US$ 0,88 por ação) para US$ 3,31 bilhões (US$ 1,17 por ação) entre os períodos. A receita cresceu 6,4% e somou US$ 15,92 bilhões no período de julho a setembro deste ano. Dessa expansão, 3,1 pontos porcentuais resultaram de ganhos provenientes do dólar mais fraco. A depreciação da moeda americana contribuiu para um aumento de 13,1% de suas vendas internacionais, enquanto que nos EUA a expansão foi de apenas 0,4%. A J&J tem respondido ao aumento da concorrência dos medicamentos genéricos implementando cortes de custos, que incluem demissões temporárias e fechamentos de fábricas. A companhia elevou ainda sua previsão de lucro por ação para este ano para algo entre US$ 4,50 e US$ 4,53. Em julho, a Johnson & Johnson havia anunciado estimativa de lucro de US$ 4,45 a US$ 4,50 por ação para o ano. As informações são da Dow Jones.





Crise? Onde?

13 10 2008
Mercado varejista acredita em Natal e 13 salário.

Crise financeira ainda está longe de afetar o varejo

Leda Rosa , Jornal do Brasil

Em 2008, o varejo brasileiro terá uma espécie de “crescimento chinês”. O número ainda não é visível no cenário turbulento da crise, mas os analistas apontam algo pouco acima de 10% no volume de vendas nominais. Embasam a performance – invejada por outros setores da economia mais contundidos pela pancada financeira internacional, como a indústria – os reflexos do crescimento dos últimos meses, especialmente o aumento da massa salarial, do crédito, da renda e a expansão do mercado consumidor.

– Esperávamos 15%, mas, pela crise, ficamos menos otimistas e devemos fechar o ano acima de 10% – diz Juracy Parente, professor da FGV de São Paulo e coordenador do Centro de Excelência em Varejo, da Fundação Getúlio Vargas (GVcev). Para 2009, Parente acredita que o crescimento se mantém, mas em ritmo menor: “perto de 2%”.

– O impacto da crise não é generalizado e é menor do que se imagina – diz Emerson Kapaz, consultor estratégico do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV). Ele acredita que o crescimento do setor será pouco menor que 8,5%.

– Mas só este número já é bom, porque está sobre os quase 10% de 2007 – aposta.

Segundo Kapaz, o número encorpado parte do fato de que não sofreram alterações drásticas, pelo menos por enquanto, dois dos tr ês indicadores que balizam o setor: o aumento de salário e renda, o índice de confiança do consumidor e o crédito.

– Só o crédito foi afetado, especialmente o dos carnês, que representam uma fatia menor do varejo – destaca.

A sazonalidade do último trimestre também eleva as expectativas.

– As compras para o Natal já estão feitas, não houve mudanças – complementa.

Comprovando o bom momento, nos supermercados – que formam o maior setor do varejo em volume de vendas, com 30% do total – os negócios vão muito bem. O crescimento do faturamento em 2008 deve ficar acima de 8%.

Reflexos nos importados

– O impacto da crise é muito pouco. Não houve diferença nos produtos do Dia das Crianças. Para o Natal, a única alteração deve ficar por conta dos produtos importados que começam a entrar esta semana e, com a flutuação do dólar, vamos ter alguns reflexos – diz Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que critica o governo face à crise. – Demorou um pouco para tomar decisões, mas agora é vital definir como o dólar vai ficar.

Nem o crédito, vilão-chefe do pânico global, ameaça o sono do executivo. Mesmo apostando na sua restrição no primeiro trimestre de 2009, Honda não se abala, pois 70% de tudo o que entra nos caixas do setor vêm de itens de alimentação, higiene pessoal e limpeza, vendas feitas na imensa maioria à vista.

A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) também não vê problemas até o Natal, devido ao aumento da massa salarial que compensa a redução de crédito, além da sazonalidade do período.

– Em 2009, no cenário mais provável, com 75% de chance de se tornar real, o varejo terá crescimento zero, mantendo o volume de vendas e com boas chances de os supermercados terem um ano ainda melhor que 2008 – diz Altamiro Carvalho, assessor econômico da Fecomercio. – Porque se o consumo dos itens mais caros tende a cair, o dos alimentos e vestuário deve aumentar.

O cenário pessimista traçado pela entidade, com 5% de possibilidade, aponta queda de 4% e o mais otimista, tem os 20% restantes e traz crescimento de 2%.

Apenas o comportamento do consumidor determinará o horizonte do varejo nacional.

– Ainda não dá para saber como será o ano de 2009, estamos no meio da turbulência e há um forte fator irracional no mercado. O quarto trimestre não vai ser tão bom quanto poderia. Não é tão bom quanto a tendência que apontava, mas ainda será excelente na comparação com o cenário externo – avalia Sílvio Laban, vice-coordenador do GVcev.





Londres 2012, com sérias restrições orçamentárias…

13 10 2008

A crise financeira global começa a ganhar eco no mundo esportivo e faz sua primeira “vítima”: os Jogos Olímpicos de Londres. Os organizadores do evento anunciaram um déficit de US$ 439,2 milhões devido ao financiamento da Vila Olímpica e informaram que enfrentam dificuldades para obter crédito privado para desenvolver os projetos de infra-estrutura.

Até o momento, o caos econômico era tratado apenas como um “fantasma” que rondava o esporte sem, no entanto, causar danos efetivos a nenhuma competição ou categoria. O anúncio do comitê organizador de Londres 2012 deve mudar esse cenário.

“A crise está golpeando os Jogos, mas nós estamos tentando protegê-lo. No entanto, existem fatores que nós não podemos controlar. A Vila e o centro de transmissões estavam planejados em um contexto econômico determinado e tiveram de se adaptar a outro”, disse John Armitt, presidente da entidade inglesa.

Sem saída, o comitê deve recorrer ao fundo de emergência do governo para pagar a construção dos alojamentos dos atletas e do centro de imprensa. As obras, orçadas em 1 bilhão de libras, estão sendo conduzidas pela Land Lease, que tem enfrentado problemas para conseguir empréstimos bancários.

No futebol, a Uefa afirmou que os clubes fortemente endividados podem ser excluídos das próximas copas européias. O cerco foi apertado após a Federação Inglesa (FA) ter divulgado que suas equipes devem, no total, 3,8 bilhões de euros, incluindo os poderosos Chelsea (792 mi de euros), Manchester United (772 mi de euros) e Arsenal (343 mi de euros).

“A medida é absolutamente possível, mas adotaríamos todos os modos de comunicação e advertências antes de chegar a esse extremo”, destacou David Taylor, secretário geral da Uefa.

A crise, porém, só respingou em Liverpool e Manchester United até agora. O primeiro teve de adiar a construção do novo estádio, enquanto que o time de Cristiano Ronaldo viveu o temor de perder seu principal patrocinador, a American Insurance Group (AIG), que esteve à beira do colapso, mas foi salva por um investimento de US$ 85 bilhões do banco central dos Estados Unidos.

Na Espanha, os especialistas apontam para as camisetas “brancas” de Racing Santander, Almeria, Betis, Deportivo La Coruña, Málaga e Mallorca para explicar os efeitos da crise na Liga. Já os italianos temem a venda da Roma caso a UniCredit, afetada pelas turbulências, exija da família Sensi, proprietária do clube, o pagamento de uma cota de 176 milhões de euros até dezembro. A dívida total é de 362 milhões de euros.

Nesse panorama, até a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), tem tomado suas precauções. O presidente da entidade, Max Mosley, se reuniu na última quarta-feira com Luca di Montezemolo, dono da Ferrari e dirigente da Associação de Equipes da Fórmula 1 (Fota), para analisar os próximos passos da categoria.

“Desde antes da atual crise, está claro que a F-1 é insustentável. É uma situação muito séria. Acabaram os dias em que se podiam gastar 100, 200 ou 300 milhões de euros por ano”, avaliou Mosley, sinalizando para uma redução significativa e urgente dos gastos para a próxima temporada.

Segundo a revista “Formula Money”, as escuderias gastaram US$ 1,6 bi em 2008, US$ 130 mi a mais do que em 2007. Neste ano, a Super Aguri teve de se retirar da categoria após não conseguir patrocínio para disputar o Mundial.

“A gente acredita que o esporte seguirá independentemente do que aconteça no mundo econômico. Nunca aprendemos com os nossos erros e gastamos mais e mais”, disse Flavio Briatore, diretor da Renault.

Na última segunda-feira, considerada por especialistas como uma reedição da “segunda-feira negra” da crise de 1987, o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York teve queda de 504 pontos. Em meio ao caos, jogadores e ex-jogadores da NBA, de acordo com estimativa do investidor William Diamond, perderam, no mínimo, US$ 100 mi em ações.

Entenda a crise:

A derrocada financeira global teve início nos EUA em março de 2007, com a crise do “subprime”, como é chamada a modalidade de empréstimos de segunda linha no país. Com o aquecimento do mercado imobiliário, as financeiras americanas passaram a confiar de modo excessivo em pessoas que não tinham bom histórico de pagamento de dívidas.

O bom momento econômico de então, com taxas de juros baixas no país e boas condições de financiamento, fez os americanos se endividarem para comprar imóveis. Os bancos decidiram transformar os empréstimos hipotecários em papéis e venderam a outras instituições financeiras, culminando em uma perda generalizada. Alguns dos maiores bancos do país anunciaram prejuízos bilionários e tiveram de ser socorridos.

As conseqüências da crise do “subprime” têm se propagado nos mercados financeiros americanos e mundiais. Nos nove primeiros meses do ano, os principais índices perderam mais de 25%. A crise se agravou no início de outubro com quedas diárias de quase 10% em vários mercados mundiais.





A volta dos que não foram…

13 10 2008

É isso ai pessoal, estou “revoltando” (segunda volta) com o blog. De tanto o Careca “
http://estrategiaempresarial.wordpress.com/“  me perturbar e até o Fabinho “http://blogs.abril.com.br/mkt “  entrou na blogosfera.

Surge também a idéia de um novo projeto de blog, com os membros da Segunda Hardcore (“Blog de Segunda”, sugestões de nomes para o blog são bem-vindos).

É isso aí pessoal, agora mãos à obra.