Johnny Depp solta a voz…

8 02 2008

Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

Maníaco O ator encarna Sweeney Todd, barbeiro que vinga a destruição de sua família cortando a garganta dos clientes
Ator encarna barbeiro assassino em mais uma genial fábula assinada por seu amigo e diretor Tim Burton. Papel valeu-lhe a terceira indicação ao Oscar
Os cabelos desgrenhados, o olhar insano, emoldurado por olheiras profundas, e um sorriso macabro. É com essa aparência sinistra e na pele de um barbeiro assassino que Johnny Depp, 44 anos, o astro da cinessérie Piratas do Caribe (2003, 2006 e 2007), conquistou pela terceira vez uma indicação ao prêmio máximo do cinema, o Oscar de melhor ator.

O personagem em questão é o protagonista de Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, sexto filme que ele faz com o amigo e diretor Tim Burton, 49, que estréia nos cinemas na sexta-feira (8/2/2008). “Johnny e eu estamos sempre tentando ir além, e este filme, com certeza, foi uma oportunidade para esse exercício. Até porque cantar durante um filme inteiro não é algo a que estamos acostumados”, comentou Burton, durante entrevista para divulgar o longa.

Soltando a voz
Sim, Sweeney Todd é um musical. E até seria natural a escolha de Depp para interpretar o protagonista. Não só pela trajetória de 17 anos de cumplicidade entre ele e o diretor. Mas pelo fato de Depp já ter formado a banda The Kids, na década de 80. “Só que na banda eu era aquele cara que cantava a melodia da música muito rapidamente e voltava para o canto do palco, para a minha guitarra. Nunca cantei uma música inteira”, conta Depp. Ele diz só ter topado o papel depois que teve o aval do músico Bruce Witkin, 45, um de seus parceiros de banda, que testou sua voz num estúdio. “A voz de Johnny é muito sexy. Ele canta com muita vontade. É emocionante e cheio de alma”, disse Helena Bonham Carter, 41, mulher de Burton, que contracena com Depp como a imoral e porcalhona quituteira sra. Nellie Lovett.

O resultado do esforço de diretor e ator, criador e criatura para levar para o cinema esse clássico do teatro (depois de quase 100 anos nos palcos britânicos, estreou pela primeira vez na Broadway em 1979) é sublime, poético e, por vezes, hilário, apesar do sangue que jorra na tela — aviso aos mais sensíveis. E pensar que Depp encarnou o maníaco barbeiro que cortou cerca de 160 gargantas na sombria Londres de 1846 enquanto enfrentava um drama familiar. Foi durante as filmagens de Sweeney Todd que sua filha mais velha, Lily-Rose, 8, foi internada em um hospital londrino com tétano e quase morreu. Felizmente, tudo acabou bem com a família do astro americano, que mora na Provença, França, com a mulher francesa, a cantora Vanessa Paradis, 35, e seus dois filhos, Lily-Rose e Jack, 5. Só lhe falta ganhar o Oscar. Mas isso deve ficar para uma próxima vez.
wrPagMatRod()





Voltando…

2 02 2008

Depois de alguns dias de trabalho volto a atualizar o blog… e pra recomeçar nada melhor que…

Monty Python – Ao Vivo no Hollywood Bowl

DVD mostra a trupe inglesa em seu auge

Pela primeira vez disponível em DVD, Monty Python – Ao Vivo no Hollywood Bowl (Monty Python Live at the Hollywood Bowl) é um registro histórico de uma das maiores trupes humorísticas de todos os tempos em seu auge.O grupo britânico apresentou-se em 1982 em Los Angeles para uma platéia em êxtase. O belo anfiteatro estava lotado – e a própria freqüência, mostrada de maneira panorâmica logo na primeira tomada do filme, já dá o tom do que vem a seguir: gente bebendo no gargalo de garrafas, outros saltando em ansiedade… e a entrada do grupo no palco não decepciona.

O show começa bombástico, com um número musical curto sobre “69″ – tema apropriadíssimo pra esquentar a noite – que termina com bundas de fora. O próximo esquete é igualmente divertido, uma luta-livre de um homem só! A partir daí, os Pythons literalmente ensandecem. São dezenas de gags rápidas, alternando vídeo e palco, incluindo animações que servem de introdução para quadros ao vivo (a do Chapeuzinho vermelho e Buzz Aldrin é impagável).

Durante uma hora e meia Grahan Chapman, John Cleese, Eric Idle, Terry Jones, Michael Palin, Neil Innes e a única mulher (pra quê mulheres? Terry Jones interpreta velhas melhor que qualquer uma delas…), Carol Cleveland, fazem tudo o que não podiam fazer na série de TV Flying Circus: falam à vontade palavrões, fazem baixarias, promovem escatologia, mais a habitual crítica nonsense a política, sociedade e consumo. Não faltam também piadas velhas recicladas (tortas na cara!!!), apresentadas como clássicos, e o visual dos filmes criados por Terry Gilliam – ele, inclusive, aparece em algumas cenas (não perca a da banana).

Outros momentos excelentes incluem o sing-a-long filosófico, os juízes gays, o programa de auditório disputados por icones comunistas, o sensacional monólogo de Eric Idle sobre micos de viagem, um engraçadíssimo intervalo com um vendedor de albatroz e bombons de pelicano no meio da platéia… a lista é longa demais para ser enumerada aqui.

Como únicas ressalvas estão a qualidade da filmagem, que não parece ter passado por qualquer tratamento desde seu registro em VHS, e a ausência total de extras do DVD. Seria interessantíssimo assistir aos Pythons relembrando um de seus maiores momentos 26 anos depois… de qualquer forma, é diversão garantida e um item indispensável para qualquer colecionador das obras dessa história trupe.





Os cartezes do indicados à estatueta…

24 01 2008

Oscar 2008: Os posters de Melhor Filme

(Brainstorm #9)

Ontem o anúncio dos indicados ao Oscar 2008 veio com poucas surpresas. Tirando a solene esnobada no filme de Sean Penn, “Na Natureza Selvagem”, e o fraco “Tá Dando Onda” no lugar de “Os Simpsons – O Filme” ou até mesmo “Bee Movie” e “Beowulf” na categoria Melhor Animação, o resto já era esperado, incluindo os cinco indicados ao Oscar de Melhor Filme.

Como até agora eu só assisti dois dos indicados, não posso escolher um filme para torcer. Porém, podemos votar aqui na categoria que acabo de criar: O Melhor Poster de Melhor Filme. Entre eles: “Desejo e Reparação”, “Juno”, “Conduta de Risco”, “Onde os Fracos Não Têm Vez” e “Sangue Negro”.

Obviamente, cada filme tem diversas peças criadas, mas escolhi para publicar aqueles que são considerados os posters oficiais para divulgação internacional. Escolha seu preferido e diga nos comentários.

Clique nas imagens para ampliar:





O CD está perto do fim…

21 01 2008

Música digital: Indústria fonográfica se rende à Internet

(Thiago Terra/Mundo do Marketing)

O mercado fonográfico sofreu um grande golpe nos últimos anos e o motivo pode ser resumido em apenas uma palavra: Internet. Com esta nova tecnologia, as gravadoras sofreram um impacto negativo relevante principalmente no número de vendas de CDs. Sempre motivo de discussão, o preço de um CD nas lojas de todo o país ainda é visto como algo exorbitante e fora dos padrões e do orçamento para a maioria da população brasileira, o que também abre espaço para a perda de mercado para a pirataria.

Mas não é só no Brasil que as gravadoras estão vendo a revolução digital ganhar a cada dia novos milhares de adeptos ao download de músicas e álbuns recém lançados ou antigos sucessos. Em Londres, a gravadora EMI anunciou este mês um corte de 1.500 a 2.000 empregos em conseqüência da revolução provocada pela internet e pela queda na venda de CDs. O anúncio foi feito pela Terra Firma, um fundo de investimento que é proprietário da gravadora desde 2007, quando pagou 3,2 bilhões de libras, cerca de 12,4 bilhões de reais, pelo selo da terceira maior gravadora do mundo.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, já era esperado que o novo chefe da empresa, Guy Hands, anunciasse a redução dos gastos de Marketing, administrativos, além do fechamento de algumas das 40 marcas do grupo. Este projeto fez com que estrelas da gravadora ameaçassem não entregar seus novos álbuns até terem garantias sobre o investimento em promoção e na distribuição de material, como o astro Robbie Willians e a banda ColdPlay.

Estratégias diferenciadas para os novos tempos
O single tocado em rádios de todo o país e conhecido como música de trabalho sempre foi a principal estratégia das gravadoras antes da Internet. Trinta dias antes de um lançamento, lá estavam elas tocando nos rádios, dando uma prévia ao público do que as bandas prepararam para um novo disco. A imprensa, programas de TV e ações de merchandising em lojas completavam o ciclo de divulgação tradicional da indústria fonográfica para seus artistas. E assim se vendia centenas de milhares de cópias.

De acordo com Mario Portela (foto), Gerente de Marketing Nacional da EMI Music, hoje em dia esta estratégia não é mais uma regra e não vale mais para todos os lançamentos devido à percepção cada vez mais lenta do consumidor em relação a um disco novo de um determinado artista, principalmente por conta do bombardeio de informações. “Hoje utilizamos ações diferenciadas na internet, ferramenta fundamental para divulgação, shows promocionais e até parcerias para despertar o desejo no consumidor em adquirir um novo produto”, explica Portela em entrevista ao Mundo do Marketing.

Já que o consumidor de hoje precisa ser atingido com mais freqüência e através de veículos relevantes para eles, as ações que dão resultado para as gravadoras são aquelas feitas com coordenação e planejamento. “Buscamos interação e sinergia entre todas as áreas de divulgação com ações feitas em conjunto para que o consumidor perceba que existe algo de novo no mercado”, conta o Gerente de Marketing nacional da EMI.

Para comprovar a revolução digital na indústria fonográfica, a banda inglesa Radiohead inovou no lançamento do disco In Rainboew. No novo modelo de negócio, o álbum só pôde ser comprado através da Internet no lançamento e era o consumidor quem decidia quanto pagar pela obra. Uma inovação desta amplitude é capaz de agregar valor ao produto além da grande projeção na mídia.

Revolução digital na indústria fonográfica
A disseminação da informação proposta pela era digital pode ser a principal responsável pelo cenário atual na indústria fonográfica, representada principalmente pela internet, pelo Ipod, formatos mp3 e pelos gravadores de CDs. De carona com estas novidades, o preço alto dos CDs em lojas ajudou no declínio da idolatria por eles, visto que o consumidor economiza dinheiro para poder comprar os que gostavam. “Como as margens de lucro eram absurdamente altas para as gravadoras, para as distribuidoras e para o varejo, o consumidor alterou seu julgamento de valor e passou a preferir trocar os arquivos de música com os amigos”, afirma o especialista em Gestão da Inovação e Marketing de Varejo, Edson Zogbi .

Uma das saídas sugeridas para as gravadoras seria responder ao mercado na mesma moeda, com inovações em suas estratégias e planos de marketing, mas um dos fatores que podem ter atrapalhado a indústria fonográfica no processo de inovação é a comodidade das empresas ao alcançar o sucesso, que passam a administrá-lo ao invés de ficarem abertas à inovação. Segundo Edson Zogbi, com esta realidade, as pessoas de menor poder aquisitivo se conscientizaram de que estavam pagando uma fortuna por um CD. “O fato principal é que o tempo deu o troco na ganância das gravadoras” acredita o especialista.

A indústria fonográfica precisa responder ao mercado, a si mesmo e aos consumidores, de forma clara, objetiva e moderna, sobre como sair do vermelho e ganhar credibilidade novamente. Para Zogbi, as gravadoras têm que mudar todo o conceito empresarial do ramo de entretenimento e precisam de inovação de ruptura. “A indústria fonográfica precisa aproveitar algumas competências principais e começar um negócio novo, praticamente do zero em termos de processos e sistema de trabalho”, diz. Com criatividade, as empresas deste mercado ainda podem aproveitar as pessoas e o capital já existentes e criar novas soluções rentáveis com competência para achar seus nichos.

Planejamento e a Internet no cenário atual
Na EMI, o planejamento hoje é feito com cautela e critério para cada produto, mas com menores investimentos e receitas do que há 10 anos. Desta forma, a margem de erro torna-se menor e a probabilidade de acerto cresce. “O foco nas ações de cada produto é fundamental para alcançarmos o sucesso”, aponta Mario Portela, da EMI Music.

A internet democratizou o mercado da música, já que hoje em dia, mais pessoas têm acesso a muitos estilos e variados artistas que antes da revolução digital não seria fácil conhecer. Atualmente, a Internet pode ser usada como aliada da música no que diz respeito aos consumidores. A web ajuda quando vista como um termômetro de tendências, segundo Portela, da EMI Music. “Acredito que toda inovação é válida, pois nos dá a oportunidade de criarmos, divulgarmos e comercializarmos nossas músicas para um número maior de pessoas”, diz.

É inegável que a forma como a Internet nasceu na música atrapalha a indústria fonográfica na visão dos profissionais do setor. De acordo com o executivo de marketing da EMI, o acesso livre às músicas prejudica as receitas das empresas e, por isso, a indústria da música está fazendo esforço para criar o hábito no consumidor de pagar por aquilo que ele ouve e baixa na rede.

Tendências do marketing fonográfico
Em quase todas as companhias da música hoje existe um departamento voltado apenas para a divulgação digital de discos, com conteúdos segmentados, algo que não existia há bem pouco tempo. Na EMI, esta é uma ferramenta de extrema importância e parte integrante da estratégia de marketing para lançar qualquer produto no mercado.

Orkut, MySpace, SecondLife, sites especializados, entre outros meios de interatividade, são ferramentas fundamentais para o marketing das gravadoras. Quando bem feitos, a empresa cria um exército de divulgadores sem gastar ou investir verba. “Através do marketing viral, as empresas alcançam pessoas que trocam informações sobre o seu produto, criando assim uma rede de divulgação”, explica Portela.

Um recente exemplo desta estratégia é a banda Artic Monkeys, que começou a divulgar seu produto na rede, e em pouco tempo foi contratada pela EMI Music com milhões de vendas de cópias do seu álbum por todo mundo. Com esta realidade, as companhias fonográficas entenderam que é preciso inovar e buscar na internet um aliado de peso para acompanhar as tendências do mercado da música. A web e a indústria fonográfica afinam suas cordas, tornam-se parceiras para achar o tom ideal que agrade ao consumidor.





Mundo fashion… ui ui ui!!

18 01 2008

 Post em homenagem a uma pessoa especial, Bá Colenci. Guardem esse nome, vai dar o que falar ainda…

Cavalera organiza desfile-protesto no Tietê

Estratégia de marketing associa marca à ousadia e irreverência em desfile que apresenta coleção para Inverno 2008

Cavalera organiza desfile-protesto no Tietê

 A grife Cavalera trocou as passarelas do São Paulo Fashion Week pelas margens do rio Tietê, onde apresentará sua coleção para o Inverno 2008 no domingo, 20.

A idéia com a escolha de uma locação um tanto inusitada é que o desfile sirva como um manifesto contra a poluição, chamando a atenção da população sobre os problemas ambientais da cidade.

 

Essa estratégia deve gerar repercurssão por meio do interesse da mídia, ligando a marca à irreverência e à ousadia e impactando o público e os 200 convidados, que receberão máscaras e capas de chuva para assistirem ao desfile de um barco, enquanto as modelos desfilarão na margem do rio.

 

A ação, coordenada pelo marketing da Cavalera, tornou-se viável em função da parceria realizada com o Instituto Navega São Paulo, que tem a concessão para circular pelo rio com o barco Almirante do Lago, e com o apoio da Secretaria de Saneamento e Energia.

 

A direção de criação é de Marcelo Sommer, com direção cênica de Alberto Renault e direção geral de Alberto Hiar.





Brasil correndo atrás da estatuetas…

17 01 2008

Filme brasileiro entra na lista dos nove finalistas ao Oscar

(Jornal do Commercio)

O Brasil continua na disputa por uma vaga entre os concorrentes ao Oscar 2008 de melhor filme estrangeiro. O ano em que meus pais saíram de férias, filme do cineasta Cao Hamburger, foi escolhido como um dos nove finalistas às cinco vagas que vão para a cerimônia do mais importante prêmio do cinema mundial, no dia 24 de fevereiro. A relação final será anunciada na próxima terça-feira.

Além de O ano…, a lista mistura filmes de cineastas consagrados – Denys Arcand (A era da inocência, Canadá), Giuseppe Tornatore (A desconhecida, Itália), Andrzej Wajda (Katyn, Polônia) e Nikita Mikhalkov (12, Rússia) – com obras de nomes praticamente desconhecidos dos brasileiros – Stefan Ruzowitzky (The counterfeiters, Áustria), Joseph Cedar (Beaufort, Israel), Sergei Bodrov (Mongol, Cazaquistão) e Srdan Golubovic (The trap, Sérvia).

Ficaram para trás, entre os 63 possíveis candidatos, favoritos como o romeno 4 meses, 3 semanas e 2 dias, de Cristian Mungiu, e o francês Persépolis, de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, ambos premiados no Festival de Cannes de 2007.

Caso O ano… consiga a indicação, será a quinta vez que o Brasil vai disputar a estatueta de filme estrangeiro no Oscar. As outras foram com Central do Brasil (1998), O que é isso, companheiro? (1997), O quatrilho (1994) e O pagador de promessas (1962). Mas a vitória nunca veio.





Hello world! (de novo)

2 01 2008

Falam que todo homem tem que escrever um livro, plantar uma árvore e torcer pro Palmeiras. Bom já torço pro Palestra, já plantei uma árvore só vou alterar a parte do livro, trocando por um Blog. (Acho que quando o cara pensou nessa frase não existiam blogs ainda, então acho que é uma alternativa válida).

Essa é a versão 2.0 do Luva’s News (que descanse em paz!!!).

Porém a intenção continua sendo a mesma levar notícias não só do mundo da propaganda e marketing mas também entretenimento para meus amigos internautas.

Espero que gostem, sintam-se a vontade para comentar!!!

Alea jacta est! (A sorte está lançada)