Londres 2012, com sérias restrições orçamentárias…

13 10 2008

A crise financeira global começa a ganhar eco no mundo esportivo e faz sua primeira “vítima”: os Jogos Olímpicos de Londres. Os organizadores do evento anunciaram um déficit de US$ 439,2 milhões devido ao financiamento da Vila Olímpica e informaram que enfrentam dificuldades para obter crédito privado para desenvolver os projetos de infra-estrutura.

Até o momento, o caos econômico era tratado apenas como um “fantasma” que rondava o esporte sem, no entanto, causar danos efetivos a nenhuma competição ou categoria. O anúncio do comitê organizador de Londres 2012 deve mudar esse cenário.

“A crise está golpeando os Jogos, mas nós estamos tentando protegê-lo. No entanto, existem fatores que nós não podemos controlar. A Vila e o centro de transmissões estavam planejados em um contexto econômico determinado e tiveram de se adaptar a outro”, disse John Armitt, presidente da entidade inglesa.

Sem saída, o comitê deve recorrer ao fundo de emergência do governo para pagar a construção dos alojamentos dos atletas e do centro de imprensa. As obras, orçadas em 1 bilhão de libras, estão sendo conduzidas pela Land Lease, que tem enfrentado problemas para conseguir empréstimos bancários.

No futebol, a Uefa afirmou que os clubes fortemente endividados podem ser excluídos das próximas copas européias. O cerco foi apertado após a Federação Inglesa (FA) ter divulgado que suas equipes devem, no total, 3,8 bilhões de euros, incluindo os poderosos Chelsea (792 mi de euros), Manchester United (772 mi de euros) e Arsenal (343 mi de euros).

“A medida é absolutamente possível, mas adotaríamos todos os modos de comunicação e advertências antes de chegar a esse extremo”, destacou David Taylor, secretário geral da Uefa.

A crise, porém, só respingou em Liverpool e Manchester United até agora. O primeiro teve de adiar a construção do novo estádio, enquanto que o time de Cristiano Ronaldo viveu o temor de perder seu principal patrocinador, a American Insurance Group (AIG), que esteve à beira do colapso, mas foi salva por um investimento de US$ 85 bilhões do banco central dos Estados Unidos.

Na Espanha, os especialistas apontam para as camisetas “brancas” de Racing Santander, Almeria, Betis, Deportivo La Coruña, Málaga e Mallorca para explicar os efeitos da crise na Liga. Já os italianos temem a venda da Roma caso a UniCredit, afetada pelas turbulências, exija da família Sensi, proprietária do clube, o pagamento de uma cota de 176 milhões de euros até dezembro. A dívida total é de 362 milhões de euros.

Nesse panorama, até a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), tem tomado suas precauções. O presidente da entidade, Max Mosley, se reuniu na última quarta-feira com Luca di Montezemolo, dono da Ferrari e dirigente da Associação de Equipes da Fórmula 1 (Fota), para analisar os próximos passos da categoria.

“Desde antes da atual crise, está claro que a F-1 é insustentável. É uma situação muito séria. Acabaram os dias em que se podiam gastar 100, 200 ou 300 milhões de euros por ano”, avaliou Mosley, sinalizando para uma redução significativa e urgente dos gastos para a próxima temporada.

Segundo a revista “Formula Money”, as escuderias gastaram US$ 1,6 bi em 2008, US$ 130 mi a mais do que em 2007. Neste ano, a Super Aguri teve de se retirar da categoria após não conseguir patrocínio para disputar o Mundial.

“A gente acredita que o esporte seguirá independentemente do que aconteça no mundo econômico. Nunca aprendemos com os nossos erros e gastamos mais e mais”, disse Flavio Briatore, diretor da Renault.

Na última segunda-feira, considerada por especialistas como uma reedição da “segunda-feira negra” da crise de 1987, o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York teve queda de 504 pontos. Em meio ao caos, jogadores e ex-jogadores da NBA, de acordo com estimativa do investidor William Diamond, perderam, no mínimo, US$ 100 mi em ações.

Entenda a crise:

A derrocada financeira global teve início nos EUA em março de 2007, com a crise do “subprime”, como é chamada a modalidade de empréstimos de segunda linha no país. Com o aquecimento do mercado imobiliário, as financeiras americanas passaram a confiar de modo excessivo em pessoas que não tinham bom histórico de pagamento de dívidas.

O bom momento econômico de então, com taxas de juros baixas no país e boas condições de financiamento, fez os americanos se endividarem para comprar imóveis. Os bancos decidiram transformar os empréstimos hipotecários em papéis e venderam a outras instituições financeiras, culminando em uma perda generalizada. Alguns dos maiores bancos do país anunciaram prejuízos bilionários e tiveram de ser socorridos.

As conseqüências da crise do “subprime” têm se propagado nos mercados financeiros americanos e mundiais. Nos nove primeiros meses do ano, os principais índices perderam mais de 25%. A crise se agravou no início de outubro com quedas diárias de quase 10% em vários mercados mundiais.





Aposte suas fichas…

17 03 2008

Brasil entra para “elite” do pôquer

Máquina do Esporte

O crescente aumento no número de jogadores de pôquer no Brasil colocou o país na rota dos grandes torneios disputados no mundo. Um dos principais sites a disponibilizar o jogo online, o PokerStars vai patrocinar o Latin American Poker Tour, que terá sua primeira etapa realizada no Rio de Janeiro, enquanto as outras duas acontecerão na Costa Rica e Uruguai.

O evento brasileiro, que acontece entre os dias 3 e 5 de maio, terá uma premiação superior a US$ 600 mil (R$ 1,02 milhão) e, para participar, os jogadores terão que pagar US$ 2,5 mil (R$ 4,25 mil). Com isso, a expectativa é que mais de 250 pessoas entrem na disputa, como as estrelas do Team PokerStars André Akkari (Brasil) e Humberto Brenes (Costa Rica).

“O Poker está explodindo na América Latina e mais do que pronto para ter sua própria grande turnê. É uma das regiões onde o esporte cresce mais rapidamente, e existem milhares de jogadores em países como Brasil e Argentina que adorarão a chance de participar desse tipo de evento. De todas as maneiras, a LAPT está colocando a América Latina no mapa dos novíssimos locais para jogar as altas apostas do poker internacional”, afirmou Glenn Cademartori, presidente da LAPT.

Essa entidade, aliás, foi criada apenas para a realização deste campeonato continental. A expectativa é que, caso o primeiro torneio seja um sucesso, novas competições aconteçam no futuro, em modelo similar ao praticado na Europa, com o European Poker Tour, e na Ásia, com o Asia Pacific Poker Tour.

“Já presenciei e supervisionei algumas expansões verdadeiramente dramáticas do torneio de poker. Estou agora realmente entusiasmado para empreender minhas habilidades e minhas energias no Latin American Poker Tour”, disse Mike Ward, diretor de torneios e supervisor da LAPT.





Terno, gravata, meião e chuteira…

7 03 2008

Os investidores entram em campo

As estratégias e as apostas das empresas de capital de risco especializadas em negociar jogadores de futebol

 (EXAME)

 Uma das principais revelações do último campeonato nacional, o zagueiro Breno, de 19 anos, do São Paulo, tornou-se uma espécie de blue chip dos gramados. Ao término da competição, em dezembro, o Bayern de Munique, da Alemanha, pagou 19 milhões de dólares para ficar com o atleta. Breno é mais do que um craque. No pulsante mercado financeiro brasileiro — ávido por novos tipos de investimento –, ele é um ativo. Sua transferência para o exterior gerou um lucro fenomenal ao DIS, fundo que enxergou que futebol poderia render mais que a bolsa ou imóveis. Capitaneado pelo empresário Delcir Sonda, presidente da cadeia de supermercados batizada com seu sobrenome, o DIS pagou, em junho, cerca de 250 000 dólares por 30% dos direitos federativos de Breno. Após a ida do craque para a Europa, os sócios do DIS receberam 5,7 milhões de dólares. Ou seja, em seis meses eles multiplicaram o capital 2 180%. Nenhuma outra aplicação do período chegou perto dessa marca. “Futebol é uma aposta de alto risco, mas também oferece uma possibilidade de retorno sem igual”, afirma Thiago Ferro, um dos proprietários do DIS.

De um ano para cá, fundos de venture capital começaram a surgir no Brasil para negociar jogadores de futebol. Seus gestores enxergam nesse mercado uma forma de diversificar investimentos e ganhar muito em pouco tempo. Em Minas Gerais, um fundo administrado por Estevão Duarte de Assis, dono do Grupo Bretas de Supermercados, possui participação nos direitos de oito atletas do Atlético Mineiro. No Rio de Janeiro, quem atua nesse mercado é o empresário Diniz Ferreira Batista, dono do banco de investimentos Modal. No ano passado, ele criou a empresa MDF para comprar e vender jogadores. Em São Paulo, a Traffic, maior empresa do país na área de marketing esportivo, tem 27 milhões de reais investidos em porcentagens dos direitos federativos de 22 atletas. Nos próximos meses, a Traffic pretende aumentar o capital desse fundo para 40 milhões de reais, atraindo novos sócios. “Em dois anos, prevemos um retorno de 90% a 100% do investimento”, afirma Julio Mariz, diretor executivo da empresa.

O mercado nunca esteve tão favorável. Em dificuldades financeiras, muitos times brasileiros aceitam vender uma parte dos direitos federativos dos jogadores. É uma maneira de embolsar imediatamente algum dinheiro pelos craques e, ao mesmo tempo, mantê-los na equipe até que apareça uma proposta de venda vantajosa. Hoje, além das ricas ligas de Alemanha, Espanha, Itália e Inglaterra, equipes de países emergentes, como Turquia e Ucrânia, têm cacife para disputar as maiores revelações. No ano passado, 1 200 jogadores trocaram o Brasil pelos gramados europeus. O número de transferências não chegava a 300 há dez anos.

Pode-se comparar os investimentos em jogadores de futebol com aqueles feitos por empresas de venture capital em negócios recém-nascidos e aparentemente promissores. Quando tudo dá certo, o ganho é alto porque correu-se um risco quase incalculável. Empresas quebram, seus produtos podem ser rejeitados pelo mercado. Jogadores se machucam, perdem a cabeça diante da fama e do que vem agregado a ela ou simplesmente deixam de ter o toque mágico. Para minimizar os prejuízos, seguros contra lesões e acidentes fazem parte do pacote básico dos fundos. Na tentativa de melhorar o grau de acerto de suas apostas, a Traffic montou um departamento encarregado de monitorar jogadores por todo o país. O setor de inteligência está aos cuidados do ex-jogador Dario Pereira, ídolo do São Paulo nos anos 80. A outra frente é a prospecção de negócios no exterior, a porta de saída para os investidores. No episódio da venda do zagueiro Breno para a Alemanha, por exemplo, os sócios do DIS, assim que receberam a informação de que o Bayern procurava um jogador para essa posição, investiram 50 000 reais na produção de um dossiê sobre o atleta contendo um DVD com as principais jogadas e o resultado de um check-up completo para atestar a saúde do craque.

Lucro espetacular
Em julho do ano passado, o empresário Delcir Sonda pagou 250 000 dólares para adquirir uma participação nos direitos econômicos do jogador Breno, do São Paulo. Cinco meses depois, esse dinheiro virou 5,7 milhões de dólares, por ocasião da venda do atleta ao Bayern de Munique, da Alemanha. Compare o retorno da operação com o de outros investimentos no mesmo período
Poupança 4%
CDI 6%
Ouro 14%
FGV-E 15%
Ações da Vale 40%
Ações da Petrobras 75%
Investimento no jogador Breno 2180%
Fonte: Economática

EMBORA AINDA SEJA NOVIDADE por aqui, a tabelinha entre futebol e mercado financeiro já vem ocorrendo há algum tempo no exterior. Na Europa, 37 clubes possuem capital aberto. Empresas de venture capital também atuam na negociação de jogadores em países como a Argentina. Um dos obstáculos para o desenvolvimento desse tipo de negócio no Brasil é a má fama dos cartolas dos clubes e os problemas criados pela MSI, um fundo de investimento internacional que trouxe ao Corinthians, em 2005, craques como os argentinos Tevez e Mascherano. Hoje, esses atletas atuam na Inglaterra e o presidente da MSI, o iraniano Kia Joorabchian, assim como alguns de seus sócios na empreitada, responde na Justiça brasileira a processos por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Ao mesmo tempo que tentam mostrar que suas operações são diferentes — e lícitas –, as novas empresas de capital de risco se preparam para realizar os investimentos em julho, quando se abre a janela de transferências para os clubes da Europa. Uma das grandes apostas do DIS no momento é o meia Thiago Neves, do Fluminense, pelo qual o fundo pagou 1,5 milhão de dólares em troca de 66% de seus direitos federativos. A expectativa é que ele possa ser negociado por 15 milhões de dólares.





Marketing Preto & Branco

21 02 2008

‘Loucos do bando’ lançam Agência CorinthiansGrupo formado por 14 profissionais de comunicação e empresários desenvolverá projetos com o departamento de marketing do clube

(M&M)

A queda para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro mobilizou grande parte dos torcedores para que o Sport Club Corinthians Paulista possa se reerguer de olho no seu Centenário, em 2010. Como prova disto, 14 publicitários, profissionais de comunicação e empresários apaixonados pelo clube acabam de formar um grupo voluntário de trabalho para ajudar o time do coração. Denominada Agência Corinthians, a equipe de profissionais atuará junto ao departamento de marketing do clube sugerindo, opinando e executando ações de comunicação. ‘Sou mais um louco do bando’ é o slogan da agência (www.agenciacorinthians.com.br).

“Tanto o Nizan (Guanaes) quanto o Washington Olivetto me sugeriram criar um grupo de publicitários para ajudar o Corinthians”, conta o vice-presidente de marketing do clube, Luiz Paulo Rosenberg, que assumiu o cargo após a eleição da nova gestão, presidida pelo empresário Andrés Sanchez, que completa cem dias nesta quarta-feira, 20. Rosenberg afirma ainda que a finalidade do novo projeto é “angariar recursos, resgatando a credibilidade da marca Corinthians”.

A Agência Corinthians estará presente em todas as ações de marketing do clube. O pontapé inicial foi a criação do programa de fidelidade para o torcedor, além da Timão TV, canal na web lançado oficialmente também nesta quarta. Segundo os cálculos de Rosenberg, a TV foi acessada por quase um milhão de internautas durante a coletiva de imprensa em que a agência foi anunciada.

Torcedor Fiel
O programa Fiel Torcedor – que será deflagrado no primeiro dia de março – tem objetivo de oferecer comodidade e facilidade aos torcedores no acesso aos ingressos e promete conforto nos jogos, vantagens exclusivas e atendimento personalizado. Um dos diferenciais é o Cartão Fiel Torcedor, que apresenta a tecnologia ‘MiFare’, a mesma utilizada pelo Bilhete Único, da SPtrans. Com o cartão personalizado, o torcedor poderá comprar ingressos de jogos com mando do Corinthians antecipadamente por meio do site Fiel Torcedor ou no posto de atendimento no Parque São Jorge, a casa do clube. O registro da aquisição ficará armazenado no cartão. Para entrar no estádio, o usuário deverá aproximá-lo ao leitor da catraca exclusiva e o sistema fará a liberação do acesso.

São três categorias de planos para o programa Fiel Torcedor: Corinthians Minha Vida (destinado aos torcedores da arquibancada), Corinthians Minha História (arquibancada especial) e Corinthians Meu Amor (numerada), nos valores anuais de R$ 180, R$ 480 e R$ 900 respectivamente. Os planos podem incluir até quatro dependentes diretos, entre cônjuges ou filhos, que também terão direito ao cartão e à compra de ingressos. O valor para cada dependente é de R$ 15 mensais.

Medial Saúde
A Medial Saúde, patrocinadora do clube, também participa do Fiel Torcedor. A empresa desenvolveu planos de saúde e odontológicos para sócios torcedores e associados do clube. Os planos terão carteirinha e guia da rede referenciada personalizados, condições especiais de preço e carência. Parte do valor da mensalidade será revertida ao time.

Parceria com a Warner
Música também faz parte do pacote. Foi firmada parceria com a Warner Music Brasil, que criou a ‘Corinthians Digital’, loja online que permite downloads de músicas, toques e fotos.

“Além de torcedores apaixonados, os corintianos são nossos clientes”, ressalta o presidente Andrés Sanchez. Ele também antecipa a intenção de criar ações para que os torcedores opinem na contratação de profissionais para o Corinthians. “Faremos ações na Timão TV para que a torcida possa sugerir jogadores, técnicos e dirigentes. A partir disto, verificaremos a possibilidade de tais reivindicações”.

Campanha
Com o slogan “Nação Corintiana”, criado pela Agência Corinthians, o comercial convoca o torcedor corintiano a se engajar no programa Fiel Torcedor e posiciona a nova fase administrativa do Sport Club Corinthians Paulista. A peça será veiculada a partir de março no horário nobre da TV aberta.

No filme, com duração de 30 segundos, são mostradas as populações de vários países. Quando então, toda a nação corintiana aparece vibrando nos estádios. O filme encerra chamando os torcedores a participarem do programa de fidelidade do clube.





E o jogo desta noite será: Palmeiras x Red Bull…

8 02 2008

Red Bull terá clube de futebol em SP

Máquina do Esporte


A fabricante de energéticos Red Bull terá um clube de futebol no Brasil a partir de 2008. Com o nome de Red Bull Brasil, a equipe começa, cercada de sigilo, na segunda divisão do Campeonato Paulista.

A iniciativa contempla a vontade da marca de ter uma franquia do tipo no Brasil. No ano passado, a Red Bull já tinha negociado, e quase fechado, com o Juventude. Maus resultados e problemas extra-campo do clube gaúcho, porém, esfriaram a possível parceria.

O Red Bull Brasil, então, passa a ser o terceiro clube de futebol da empresa, que também tem “filiais” em Salzburg, Áustria, e em Nova York, nos Estados Unidos. A intenção dos empresários é fomentar o intercâmbio entre as três equipes. A versão verde-amarela, porém, sai atrás de suas “irmãs”.

Os europeus atuam na principal liga nacional e por vezes vão às competições continentais, e os norte-americanos participam da MLS, principal competição futebolística dos Estados Unidos. Já o Red Bull Brasil começará no quarto degrau estadual.

Atualmente, a segunda divisão paulista está atrás, em termos de importância, das séries A1, A2 e A3. Portanto, o novo clube precisaria de pelo menos três anos consecutivos vencendo para conseguir espaço na elite de São Paulo.

O anúncio oficial do novo clube será feito em abril, quando também serão divulgados detalhes da iniciativa, como a cidade-sede e quem comandará a agremiação.





E vem ai o Super Bowl…

30 01 2008

Os 30” segundos mais caros do mundo… a final do Campeonato de Football (com a mão???) Americano terá de um lado os Patriots contra os Giants.

Vamos ao que interessa de verdade já que futebol não é muito o forte deles.

A disputa será também nos reclames (coisa de vó…) com a volta da Coca-Cola (de volta depois de quase uma década) X Pepsi, que promete um comercial sem áudio.

Para nos divertirmos um pouco enquanto o dia 03/02 não chega, vamos ver este comercial da Pepsi Light para o Super Bowl de 1983 com os jogadores dos Giants.





Palestra Itália com todas as cores…

30 01 2008

Com futebol, Suvinil quer ser “popular”

(THALES CALIPO /Máquina do Esporte)


A volta da Suvinil ao futebol por meio do contrato de patrocínio firmado com o Palmeiras tem como grande objetivo popularizar a marca em diversos aspectos. Mais do que simplesmente ganhar exposição, a empresa de tintas pretende mostrar aos possíveis novos consumidores que seus produtos também são acessíveis a todos.

A constatação foi feita pela Suvinil com base nos dados de mercado da marca. Além dos 36% de market share, a fabricante se destaca no segmento Premium, cuja linha de produtos é mais sofisticada. Nesse levantamento, a companhia detém mais de 60% de participação nas vendas gerais.

“O principal ponto da parceria é a exposição da marca, mas quando nos associamos a um esporte que é a paixão do brasileiro, nós queremos mostrar também que a nossa marca é para todo mundo, independentemente de classe social, sexo ou religião. O produto é premium, mas o preço não é o mais caro”, explica Mirian Zanchetta, gerente de propaganda e promoção da Suvinil.

Para que essa popularização se torne uma realidade para a empresa, a Suvinil traçou uma série de ações, principalmente de relacionamento, para potencializar seus objetivos. Para isso, a companhia terá direito a usar um dos novos camarotes criados no Parque Antarctica.

“Estamos montando um camarote, mas não será como o da Visa [que tem um setor de arquibancada para exploração]. O nosso objetivo é justamente buscar essa interação com os nossos clientes”, diz a executiva.

A Suvinil ainda poderá expor sua marca em backdrops e placas de publicidade estática no estádio e no centro de treinamento, além de poder utilizar o Parque Antarctica em algumas oportunidades ao longo do ano para a realização de eventos corporativos.

O estádio palmeirense, aliás, também foi um atrativo a mais para que a Suvinil fechasse com o clube. Depois do anúncio do projeto para transformação do local em uma nova arena, a marca de tintas vislumbra a possibilidade de participar das obras no futuro.

“Atualmente, nós estamos com o projeto de revitalização do estádio como ele está hoje. Como esse novo projeto está sendo finalizado, as negociações estão sendo feitas. Ainda não temos nada fechado, mas temos muito interesse em já começar com os projetos que tenham foco também na Copa do Mundo de 2014”, completa a executiva.





Segundona: um bom retorno para patrocinadores…

22 01 2008

Retorno barato atrai empresas para A-2

(GUSTAVO FRANCESCHINI/ Máquina do Esporte)

A segunda divisão já não é mais vista como o fundo do poço em termos financeiros no âmbito nacional. Em 2008, o estado de São Paulo vê sua série de acesso atrair empresas de todos os tipos interessadas em custo baixo e retorno rápido.

O principal atrativo para as marcas é a exibição em jornais e aparições esporádicas nas redes de televisão, quando estas exibem imagens dos gols de uma partida. Isso sem contar com a exposição para o público presente, que nem sempre comparece em número significativo.

Mesmo assim, as empresas estão presentes, e não são apenas companhias próximas das cidades de origem. Pelo contrário. Lupo e Unimed, presentes em todo o território nacional, destacam-se como as marcas que mais estampam uniformes na competição.

Para a produtora de meias e cuecas, as divisões inferiores são, em geral, boas oportunidades de exposição destacada e barata. Neste ano, a Série A-2 ganha ainda mais destaque, já que o canal a cabo Bandsports irá transmitir a competição.

“Fazendo uma análise, é mais barato investir na segunda divisão. O retorno que eu tenho com placa de publicidade, mais jornais e os próprios torcedores, acaba ficando mais barato. É uma propaganda de massa. Não existe um negócio melhor”, disse Valquírio Cabral, diretor-comercial da Lupo.

E a empresa não se limita a São Paulo. Ao todo, a marca está presente em dez times de todo o Brasil, sempre do interior, a um custo de R$ 500 mil.

“Para mim é interessante [investir no interior]. Primeiro porque a Lupo vende para todos os municípios. E segundo porque nessas regiões o investimento é baixo em relação ao retorno”, avalia Cabral.

Negócios fora da capital não interessam apenas a quem patrocina. Tanto que esse é o principal motivo pelo qual a Bandsports transmitirá o Paulista da Série A-2, competição que arrecadou, em 2007, no total, R$ 1.277.506,90 com público no estádio.

O baixo valor, alcançado pelo Flamengo em dois jogos no Maracanã pelo Campeonato Brasileiro do ano passado, é esquecido quando a emissora avalia as possibilidades de aumento de assinantes com a iniciativa.





Além da Canarinho…

21 01 2008

CBF lança nova camisa azul da seleção e homenageia 1958

(Folha Online)

A CBF apresentou nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, o novo uniforme reserva da seleção brasileira. A camisa azul homenageia os 50 anos do primeiro título mundial do país, que conquistou a Copa do Mundo-1958, na Suécia.

A apresentação do novo modelo, que tem como maior novidade a numeração em amarelo –e não na tradicional cor branca–, contou com a presença de dois jogadores que integravam aquele elenco: Djalma Santos e Zito. A estréia da camisa deve acontecer no amistoso comemorativo contra a Suécia, no dia 26 de março, em Londres, na Inglaterra.

Nesta terça-feira, o técnico Dunga divulga a lista de convocados para o jogo contra a Irlanda, que abre o calendário da seleção em 2008. A partida será disputada em Dublin, em 6 de fevereiro.

Ocupando a terceira colocação das eliminatórias para a Copa do Mundo-2010, o Brasil só volta a jogar pelo torneio classificatório em junho, quando enfrenta o Paraguai e a Argentina.





Copa Davis em Sorocaba???

14 01 2008

CBT nega acordo com Sorocaba por Davis

(Máquina do Esporte)

A volta da Copa Davis ao interior de São Paulo depois de 11 anos ainda não está confirmada. O presidente da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), Jorge Lacerda da Rosa, negou nesta quinta-feira que já exista um acordo firmado com a cidade de Sorocaba para a realização do evento.

O município paulista concorre com o Rio de Janeiro para organizar o confronto contra Uruguai ou Colômbia, entre os dias 11 e 13 de abril, válido pela zona americana da Davis. Para receber a disputa, orçada em R$ 3 milhões, Sorocaba conta com o patrocínio da distribuidora de combustíveis Petrosul. O Rio, por sua vez, tem o apoio da prefeitura.

“Nada está fechado. Tanto Sorocaba quanto o Rio estão sendo avaliados e têm chances praticamente iguais. A diferença é que no Rio teríamos o apoio da prefeitura, enquanto em Sorocaba a parceria, por enquanto, seria privada”, disse o dirigente ao site oficial da CBT, postergando o anúncio da cidade escolhida para o mês de fevereiro.

No início da semana, o proprietário do Tênis Clube Sorocaba, Hélio Ferreira, chegou a afirmar que a negociação já estava concretizada e que a confirmação da cidade como sede aconteceria na próxima segunda-feira.

“Em qualquer um dos lugares, vai ser bem feito. A gente está bem adiantado. A primeira que assinar vai levar. Todas as duas têm condições e estrutura”, destacou Lacerda.