Colcci compra a Forum…

18 03 2008

Dona da Colcci compra a Forum

(Agência Estado)

A AMC Têxtil, grupo catarinense que controla as grifes Colcci, Sommer e Carmelitas, anuncia hoje a compra de quatro marcas do estilista Tufi Duek – Forum, Forum Tufi Duek, Tufi Duek e Triton – por cerca de R$ 250 milhões, segundo fontes ligadas ao negócio. A marca da filha do empresário, Carina Duek, ficou fora da negociação.As grifes do grupo de Duek faturam acima de R$ 200 milhões ao ano. Só a Forum, marca de jeans e carro-chefe do grupo, é responsável por mais da metade desse valor – tem lojas e franquias em 19 Estados brasileiros. Os dois únicos pontos-de-venda próprios de Duek (no shopping Ibirapuera, em São Paulo) e a sede das grifes serão alugadas ao AMC Têxtil.Segundo fontes ligadas ao negócio, a AMC Têxtil não era a única interessada nas marcas. Enquanto procurava um parceiro para os negócios, o estilista recebeu propostas de outros interessados. A gestora de recursos Artesia (dona da Le Lis Blanc) e os fundos Pactual (dono da Ellus) e Gávea teriam feito ofertas pela grife. A negociação se desenrola há alguns meses, mas Duek optou pelo parceiro “estratégico” – além de um portfólio com outras marcas fortes, a AMC Têxtil é do ramo e possui uma forte estrutura industrial de produção.





HQ para todos…

17 03 2008

Quadrinhos se diversificam e investem em novo público

(Mundo do Marketing)

O mercado de história em quadrinhos, ou HQs, já deixou de ser segmentado há muito tempo. Hoje, o perfil de seus consumidores são homens e mulheres entre 10 e 40 anos, com os mais variados gostos e preferências. Devido ao envelhecimento de velhos leitores de quadrinhos, a demanda por títulos de temática mais adulta foi crescendo. Isso explica a recente ida das histórias em quadrinhos para as livrarias, que aproveitam para fisgar novos consumidores com um maior poder aquisitivo do que os adolescentes, consumindo e tratando essa arte como literatura, sem que necessariamente sejam habituais leitores desse tipo de publicação.

Os títulos distribuídos em livrarias se destacam por possuir uma qualidade física superior, diferente dos títulos distribuídos em bancas, além do preço mais salgado. “Hoje, a editora Conrad oferece ao mercado histórias em quadrinhos adultas em vários formatos não só no ponto de vista de estrutura, mas também de temática. Temos histórias em quadrinhos de teor jornalístico até títulos de conteúdo erótico, passando por quadrinhos de terror e aqueles destinados ao público feminino. Estimulamos também a produção de uma base de obras brasileiras, publicando quadrinhos de autores nacionais”, explica Sérgio Monteiro, Gerente de Marketing da editora Conrad, que desde 2003 lançou 21 coleções de quadrinhos no mercado.

Essa prática acaba atraindo um tipo de leitor casual, que não tem tanto interesse por histórias em quadrinhos, disseminando ainda mais esse tipo de produto. Uma das surpresas mais agradáveis que a editora Devir teve no ano passado foram os livros da Luluzinha. “Acreditamos que a maior parte das vendas seja feita para pessoas que compram por impulso em uma livraria, e que não são leitoras habituais de quadrinhos”, conta Douglas Quintas Reis, diretor editorial da editora Devir.

Novos mercados
A empresa chegou ao mercado em 1987, inicialmente apostando no nicho de mercado consumidor de quadrinhos através de um “sistema de reservas” para importação de material importado e trocas de informações, serviço que mantém até hoje. Atualmente, a Devir lança títulos nacionais e estrangeiros em português exclusivamente nas livrarias.

O sucesso entre os leitores habituais pode ser percebido com a coleção de tiras Calvin & Haroldo, cujos primeiros números lançados pela Conrad no ano passado foram um dos maiores sucessos editorais do mercado brasileiro em 2007. O título acabou entrando na lista de livros mais vendidos de diversas publicações, com uma tiragem de cerca de 30 mil exemplares. “A Conrad pretende lançar até o fim de abril outro título focado no público infanto-juvenil, Mouse Guard, uma espécie de conto de fábulas para crianças e adultos”, adianta Sérgio.

Outra forma que editoras como Conrad e Devir encontram para conquistarem mais consumidores é o investimento em ponto-de-venda, palestras, pesquisas e eventos não necessariamente ligados ao mercado de quadrinhos, como feiras de livros até em escolas. Um grande destaque é a parceria da distribuidora Dinap com a Conrad Editora na criação do Território HQ (THQ). A parceria firmada há quatro anos consistiu em um trabalho de pesquisa aprofundada no PDV, quando foram descobertos os locais com maior concentração de consumidores de quadrinhos entre todos os cantos do Brasil e foi elaborado o perfil e as características desses leitores.

Ações de Marketing
A partir daí, foram desenvolvidas ações de Marketing exclusivas para esses locais, com uma padronização de displays, faixas, aramados e outros materiais para PDV. “Atualmente, estamos elaborando uma reformulação e atualização do THQ. Além disso, criamos novos selos por conta dessa diversificação temática de títulos, de forma que possa atrair outros leitores que ainda não se interessam por publicações da Conrad por relacionar a marca ao que eu chamaria de ‘jovem nervoso’, mais politizado e adepto da contra-cultura, que sempre foi o público-alvo da editora”, conta Sérgio.

Como descreve Sérgio, “a Conrad é uma editora que repercute tendências”. Além de ser uma das primeiras a lançar HQs nas livrarias, a editora também é apontada como a primeira a investir no sentido de leitura original para quadrinhos japoneses, ou “mangás”, com os títulos Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco lançados no ano 2000, ao invés de adaptá-los para o mercado brasileiro, como até então era comum.

O que é surpreendente nesta história é que a iniciativa não partiu da editora brasileira. “A Conrad tem o mérito de perceber esse aumento da demanda por mangá em outros países e repetir no Brasil. Mas o mérito maior foi da própria editora Shueisha, detentora dos títulos no Japão, que exigiu uma reprodução fiel do material original. Não poderia inverter a leitura nem colorizar os quadrinhos, por exemplo. Acredito que essa fidelidade explica o sucesso desse tipo de quadrinhos no ocidente”, diz Sérgio.

Diversificação
O lançamento desses dois títulos pela Conrad em 2000 provocou uma expansão no número de títulos japoneses no Brasil. A fidelização com a cultura japonesa tornou-se o grande diferencial, com a manutenção de leitura invertida e páginas em preto e branco, além de uma estética que valoriza a imagem e investe em temas diversos e com um enredo finito, em contraste com os super-heróis das HQs americanas mais populares, gênero que vinha sofrendo um declínio de popularidade.

Os quadrinhos japoneses sempre se destacaram ainda por atender a um público diverso em seu país de origem, que atrai desde crianças até altos executivos e aposentados. Um dos grandes sucessos editoriais do Japão no início desta década é o mangá que conta como o brasileiro Carlos Ghosn recuperou a Nissan da falência durante sua gestão como CEO da empresa no país, título que foi bastante consumido por renomados executivos japoneses.

A Japan Brazil Communication, ou, como é conhecida, JBC, é uma das editoras que compartilharam esse “boom” inicial dos quadrinhos japoneses. A empresa já vinha trabalhando com o Jornal Tudo Bem, distribuído no Japão e voltado a brasileiros residentes no país, e em 1997 lançou no Brasil a revista Made in Japan, focada na comunidade nipo-brasileira, além de ter lançado por aqui vários livros abordando diversos aspectos da cultura japonesa.

Fidelização
“A JBC percebeu que a cultura asiática vinha fazendo sucesso no ocidente e vimos no mangá uma oportunidade de investir no consumidor jovem, que não é o público alvo das nossas outras publicações. O que aconteceu com essa nova linha foi que conseguimos um público muito além da comunidade nipônica e dos habituais fãs fervorosos de HQs japonesas, a ponto que as nossas ações não se concentram apenas neles, o que vai de acordo com o posicionamento da empresa de divulgar a cultura japonesa no Brasil e vice-versa”, explica Douglas Eiji, Gerente de Comunicação e Marketing da editora. Já tendo publicado mais de 30 títulos no Brasil, o foco ainda é o mangá para jovem distribuído em bancas, mas isso começa a mudar com o lançamento de “Socrates In Love”, um romance muito popular no Japão adaptado para os quadrinhos que traz uma qualidade mais sofisticada e é distribuído em livrarias.

Engana-se quem pensa que ações focadas no típico leitor de quadrinhos foram esquecidas. Editoras marcam presença em eventos que reúnem esse tipo de consumidor, como o Fest Comix, Animecon e AnimeFriends. A JBC também tem focado no Marketing Digital, ao perceber que boa parte dos que consomem seus mangás é antenada às mais recentes tecnologias. “Em um evento para fãs de mangás, que reúnem mais de 50 mil pessoas, fizemos uma pesquisa e apontamos que 80% dos entrevistados tinham celular. Por conta disso, entramos em contato com a Vivo e elaboramos um quiz diário sobre os títulos da editora, que poderia ser acessado por qualquer usuário da operadora”, conta Douglas.

Outra campanha de sucesso foi realizada no YouTube, promovendo o lançamento do mangá Full Metal Alchemist, com um vídeo que simulava a espionagem de um consumidor no escritório da empresa, revelavando o novo título. A Conrad também planeja investir em internet no segundo semestre, com o objetivo de gerar um mapeamento forte na rede virtual em busca de seus consumidores, de forma a atingir as comunidades de fãs específicas para cada obra. A JBC realiza ainda o World Cosplay Summit, evento que elege leva para competir no Japão os melhores cosplayers do Brasil, como são chamados aqueles que se vestem e atuam como seus personagens favoritos em eventos temáticos.

Volta dos super-heróis

O mercado também vem notando uma retomada na popularização das histórias em quadrinhos americanas de super-herói, após o sucesso das adaptações para Hollywood, como é o caso de títulos da Marvel, editora dos Estados Unidos detentora de títulos como Homem-Aranha e X-Men, e DC Comics, de Superman e Batman. Ambas são representadas no Brasil pela editora Panini, multinacional italiana famosa por seus álbuns de figurinhas e que, desde 2002, vem apostando em quadrinhos no mercado brasileiro.

A expansão do público, porém, não conseguiu acompanhar tantos lançamentos. “O mercado editorial de quadrinhos teve uma menor vendagem em 2007, devido ao grande número de títulos lançados por diversas editoras”. Alguns quadrinhos, como a maioria dos mangás, têm a característica de produto colecionável que, a cada edição, sofre menores vendagens, uma vez que é difícil um novo consumidor se interessar e colecionar a partir do meio de uma história. Isso acaba gerando tiragens menores durante a coleção, a ponto de que a última edição não tem o mesmo número da primeira. Segundo Sérgio, da Conrad, a variação das tiragens dos quadrinhos da editora é de 5 a 25 mil exemplares. No entanto, não é comum a divulgação de tiragem de quadrinhos, já que não há um número fixo para cada título e edição.

Tiragem de mangás da JBC, por edição
30 mil exemplares para títulos quinzenais
50 mil exemplares para títulos mensais e bimestraisTiragem de HQs da Conrad
Cerca de 30 mil para títulos distribuídos em livraria
De 5 a 25 mil para mangás distribuídos em bancas
Fonte: empresas

Para ganhar mercado, a Conrad chegou a fazer grandes promoções com seus produtos em canais que domina como a Loja Conrad (www.lojaconrad.com.br). “Mas, esse ano, evitaremos ações agressivas como essas, pois pode se tornar um tiro no pé, ao gerar insatisfação com os responsáveis pelos ponto-de-venda com que trabalhamos e com o consumidor final que adquiriu o produto sem a promoção”, disse Sérgio, da Conrad. Entre outras estratégias, a empresa pretende trabalhar com periodicidades mais curtas em seus títulos, e coleções de quadrinhos menos longas, para evitar a perda de interesse de compradores em grandes intervalos entre o início e fim de uma publicação.





Cada vez maior…

11 03 2008

Renner fica a um passo de comprar a carioca Leader

Negócio vai facilitar a expansão da empresa gaúcha no mercado de varejo para baixa renda.

(EXAME)

A Lojas Renner, uma das três maiores redes de lojas de departamento de vestuário no Brasil, com faturamento de 1,7 bilhão de reais e 95 pontos de venda no país, deve fechar a compra das 38 lojas da carioca Leader nos próximos 120 dias. A intenção da Renner, conforme seu presidente José Galló afirmou à EXAME, é manter a marca e a partir das 38 lojas iniciar uma nova cadeia voltada para o público C e D. A Lojas Renner é mais focada nos públicos A, B e C. “Vamos atuar numa nova faixa de mercado com uma nova rede”, diz Galló.

O entendimento entre as empresas já foi confirmado em fato relevante emitido pela Renner, mas a confirmação do acordo depende de auditoria sobre as condições financeiras da Leader e da aprovação por parte dos conselheiros da compradora. Somente após essas etapas as companhias definirão o valor do contrato.

Na Bolsa de Valores de São Paulo, porém, o anúncio já repercutiu positivamente para a Renner, única das duas empresas a manter capital aberto. As ações ON (ordinárias, com direito a voto) da companhia subiam 5,18%, ao meio-dia desta terça-feira (11/03).

Os analistas independentes que acompanham a Renner também aprovaram o negócio. A corretora carioca Ativa divulgou comentário logo após o anúncio, no qual afirma que o acordo é “positivo em termos estratégicos”, por ampliar em 40% o número de lojas da rede – de 95, no fim de 2007, passam a ser 133 – e por ampliar significativamente a presença da rede no mercado fluminense e, em menor grau, complementar a estratégia de expansão na região Nordeste.

Com unidades espalhadas por seis Estados brasileiros – Rio de Janeiro (30 lojas), Minas Gerais (3), Espírito Santo (2), Pernambuco (1), Sergipe (1) e Alagoas (1) – a Leader vende itens de moda feminina, masculina e infantil, além de utensílios domésticos, artigos de cama, mesa e banho, brinquedos, lingeries, calçados e acessórios.

A empresa também possui participação indireta de 50% no capital social da Leader S.A. Administradora de Cartões de Crédito, responsável pelos serviços de financiamento, seguros, previdência e pagamento de contas, tanto para clientes da loja quanto para os próprios lojistas.





Ambev com sotaque porteño…

13 02 2008

AmBev amplia para 99% sua participação na argentina Quilmes

Companhia brasileira comprou parte das ações que estavam fora de seu poder e ficou mais próxima do controle total de uma das maiores empresas de bebidas da Argentina

(EXAME)

 A brasileira AmBev, dona das marcas Brahma, Antarctica e Skol, elevou para 99,26% sua participação econômica e para 99,56% sua participação votante na Quinsa (Quilmes Industrial SA), fabricante de uma das cervejas mais conhecidas da Argentina, a Quilmes.

A ampliação se deu por meio de uma oferta pública voluntária para aquisição das ações da Quinsa que ainda não pertenciam à AmBev ou a suas subsidiárias. Dos 5,48 milhões de papéis de classe A que se encontravam fora de seu controle, a empresa comprou 3,13 milhões, o equivalente a 57% delas.

No caso das ações de classe B – grupo que abrange inclusive os ADSs (sigla em inglês para American Depositary Share), papéis que representam as ações de uma empresa em bolsas americanas – a AmBev adquiriu 94%, das 8,8 milhões de unidades em oferta, num total de 8,23 milhões.

Responsável pela venda de 13 marcas de cerveja na Argentina e dona de seis fábricas no país, a Quinsa tornou-se uma das grandes companhias argentinas que acabaram sob controle de rivais brasileiras, nos últimos anos – a exemplo da fabricante de cimento Loma Negra, comprada pela Camargo Corrêa, a alimentícia Swift, adquirido pela Friboi, e a petrolífera Perez Companc, ligada à Petrobrás.





E a novela Yahoo! continua…

12 02 2008

Yahoo! estuda negociar fusão com a AOL, diz jornal

(Folha Online)

Depois de rejeitar a proposta de US$ 44,6 bilhões da Microsoft, o Yahoo! pode retomar as conversas com a AOL para uma possível fusão entre as empresas. Também não está descartada a formação de parcerias com o Google ou a Disney.

Segundo o jornal britânico “The Times”, a idéia é criar meios de se defender contra a oferta hostil da empresa fundada por Bill Gates, que agora deve fazer a proposta diretamente aos acionistas do Yahoo!

Com a recusa para a proposta da Microsoft, o Yahoo! terá de encontrar uma maneira de acalmar os acionistas e encorajá-los a recusar a oferta. O valor oferecido era 62% superior ao preço das ações do Yahoo! na quinta-feira (31), quando toda a companhia tinha valor de mercado de US$ 25,6 bilhões.

De acordo com o jornal, uma das principais opções do Yahoo! é voltar a conversar com a AOL sobre uma fusão. As duas empresas já negociaram o assunto no passado, mas questões financeiras impediram o acordo.

Os rumores sobre a negociação ganham força em virtude de o Google ter uma participação de 5% na AOL, que é uma subsidiária do grupo Time Warner. Isso porque, desde que a Microsoft fez a oferta pelo Yahoo!, o Google tem trabalhado diretamente para impedir o acordo.

Na semana passada, o jornal “The New York Times” já havia informado que o Google entrou em contato com aliados como a Time Warner para saber se eles estavam interessados em fazer uma oferta pelo Yahoo!. O Google poderia ajudar a Time Warner no processo.

Recusa

Nesta segunda-feira, o Yahoo! recusou oficialmente nesta segunda-feira a oferta de compra feita pela Microsoft no valor de US$ 44,6 bilhões (R$ 78,18 bilhões). Em nota, o conselho da empresa afirma que a proposta “subestima de maneira substancial o Yahoo!”

Entretanto, o comunicado não fecha totalmente as portas para uma nova proposta. A nota diz que “o conselho de diretores avalia continuamente todas as suas opções estratégicas” e que “continua comprometido em buscar iniciativas que maximizem os ganhos de todos os acionistas”.

Concretizado, o negócio seria o segundo maior envolvendo empresas da internet, superado justamente pela fusão da AOL com a Time Warner (US$ 182 bilhões), em 2000, antes do estouro da bolha do setor.

A oferta ocorreu na mesma semana em que o Yahoo! anunciou a demissão de mil empregados, o que representa 7% de seu quadro de funcionários. A companhia ganhou US$ 660 milhões em todo 2007, praticamente metade do que o Google lucrou no último trimestre do ano passado: US$ 1,21 bilhão –resultado que foi considerado decepcionante.





Como encher os cofres com liquidações…

12 02 2008

Tire mais lucros das liquidações

(PEGN)


Quatro especialistas mostram como aproveitar ao máximo a temporada de ofertas

Fevereiro é mês de liquidação para grande parte do varejo. Boa oportunidade não só para engordar as vendas e desovar o estoque, como para aumentar a clientela cativa. Para ajudar sua empresa a tirar o máximo de proveito da temporada de descontos, garimpamos onze dicas de quatro consultores: George Homer, sócio da GH & Associados, empresa especializada em merchandising visual com escritórios em São Paulo e Nova York; Ricardo Pastore, coordenador do núcleo de estudos do varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo; Marco Aurélio Morsch, autor do livro Comportamento do Consumidor (editora Pearson, R$ 55); e Dominic de Souza, autor do livro Como Vender Seu Produto ou Serviço como Algo Concreto (editora STS, R$ 22).

• Aumente a quantidade de mercadoria à mostra. ‘Quanto mais itens expostos, maior a percepção de preços baixos’, diz Homer.

• Reorganize a forma de exposição dos produtos. No caso de roupas ou sapatos, por exemplo, você pode agrupá-los conforme a numeração ou desconto de cada peça.

• Exponha as ofertas mais atraentes à direita da entrada da loja. É para lá que o consumidor tende a dirigir o olhar logo que passa pela porta.

• Alinhe a vitrine ao perfil da clientela. No comércio mais popular, é importante anunciar o tamanho dos descontos. Para lojas mais sofisticadas, a simples indicação de liquidação pode ser suficiente.

• Deixe sua loja com ar movimentado: faça os vendedores circularem perto da entrada. Outra sugestão é ocupar espaços internos vazios com manequins, como se eles fossem clientes.

• Incentive as compras por impulso expondo itens de menor valor e preço cheio em locais estratégicos, como ao lado do caixa. Com maior margem de lucro, esses produtos ajudam a compensar a rentabilidade menor das mercadorias em oferta.

• Monte pacotes promocionais oferecendo vários itens por um só preço.

• Aproveite a liquidação para coletar dados para ampliar sua mala direta

• Fuja da tentação de anunciar a liquidação com estardalhaço mas sem estoque suficiente para dar conta do recado. ‘Se for para fazer a promoção com meia dúzia de itens é melhor não fazer nada, pois o cliente se sente enganado e acaba não voltando’, diz Pastore.

• Analise a possibilidade de adotar cartões de fidelidade para oferecer descontos à clientela cativa. ‘Utilizá-los na liquidação incentiva quem só comprou pelo preço a voltar à loja mesmo que não haja ofertas’, diz Morsch.

• Oriente os vendedores a sugerir aos clientes que aproveitem a promoção para comprar presentes para ocasiões futuras, como aniversários ou o Dia das Mães, por exemplo.





Google tenta chapéu na Microsoft…

8 02 2008

Crescem negociações entre Yahoo! e Google, diz jornal

(Agência Estado)

As negociações do site de buscas Yahoo! com o rival Google se intensificaram com a corrida do executivo-chefe do Yahoo!, Jerry Yang, para encontrar alternativas à oferta de compra feita pela empresa de programas de computadores Microsoft. A informação é do site do jornal norte-americano Los Angeles Times, citando uma fonte próxima ao assunto.

Executivos dizem que o Yahoo! vem considerando há muito tempo transferir seus negócios de publicidade em páginas de busca para o Google, de acordo com a reportagem.

Essa atitude significa que o Google iria colocar propagandas pagas nas páginas de busca do Yahoo! e as duas companhias dividiriam o dinheiro gerado. Com isso, cresceria a receita e diminuiriam os custos para o Yahoo!. As informações são da Dow Jones.





E o jogo desta noite será: Palmeiras x Red Bull…

8 02 2008

Red Bull terá clube de futebol em SP

Máquina do Esporte


A fabricante de energéticos Red Bull terá um clube de futebol no Brasil a partir de 2008. Com o nome de Red Bull Brasil, a equipe começa, cercada de sigilo, na segunda divisão do Campeonato Paulista.

A iniciativa contempla a vontade da marca de ter uma franquia do tipo no Brasil. No ano passado, a Red Bull já tinha negociado, e quase fechado, com o Juventude. Maus resultados e problemas extra-campo do clube gaúcho, porém, esfriaram a possível parceria.

O Red Bull Brasil, então, passa a ser o terceiro clube de futebol da empresa, que também tem “filiais” em Salzburg, Áustria, e em Nova York, nos Estados Unidos. A intenção dos empresários é fomentar o intercâmbio entre as três equipes. A versão verde-amarela, porém, sai atrás de suas “irmãs”.

Os europeus atuam na principal liga nacional e por vezes vão às competições continentais, e os norte-americanos participam da MLS, principal competição futebolística dos Estados Unidos. Já o Red Bull Brasil começará no quarto degrau estadual.

Atualmente, a segunda divisão paulista está atrás, em termos de importância, das séries A1, A2 e A3. Portanto, o novo clube precisaria de pelo menos três anos consecutivos vencendo para conseguir espaço na elite de São Paulo.

O anúncio oficial do novo clube será feito em abril, quando também serão divulgados detalhes da iniciativa, como a cidade-sede e quem comandará a agremiação.





10km=longe?? 1000km=perto??

24 01 2008

AG2 reinventa as distâncias

(FatorBrasil)

Agência digital implanta modelo de desenvolvimento remoto e compartilhado, no qual não importa onde o cliente está, mas o que ele deseja.

No mundo digital, as distâncias não existem. Na AG2, uma das cinco maiores agências digitais do país, tampouco. O cliente na cidade de Rio Grande, vizinha à uma das sedes da empresa, em Pelotas. Pela lógica, deveria ser atendido apenas pela filial de Pelotas. Mas não é. A regra da proximidade física não funciona. Aliás, nem é levada em consideração. Esteja a 10 ou a 1000 quilômetros de distância, a demanda do cliente será abraçada pelas unidades cujas expertises mais se encaixarem às necessidades dele.

Nesse modelo, chamado de desenvolvimento remoto e compartilhado, ganha a empresa, que pode explorar, em cada uma das filiais, determinados talentos, e o cliente, que é atendido por equipes especializadas, estejam elas em Pelotas, em Porto Alegre, São Paulo ou em São José dos Campos onde estão localizadas as quatro unidades da AG2. Trata-se de uma dinâmica que reinventa as distâncias, já que o perto pode, na realidade, significar longe, e vice-versa. Afinal, não importa onde o cliente está, mas o que ele deseja.

Assim atuam as organizações em sintonia com o mundo globalizado e em busca de vantagens competitivas que garantam a liderança no mercado. Assim cresce uma organização com aproximadamente 160 funcionários, portfólio de mais de 60 clientes (AES Sul. Azaléia, Panamericano, C&A Modas, entre outros) e que deve faturar R$ 10 milhões em 2007.

Perfil da AG2: A AG2 é uma agência digital de soluções completas para grandes corporações. Atuante em nível nacional, é líder de mercado na Região Sul e uma das 5 maiores do país. Suas linhas de serviços proporcionam um ciclo de atendimento completo, tendo capacidade de resposta às necessidades de toda a cadeia de valor do negócio. A AG2 suporta seus clientes na definição de opções estratégicas e tecnológicas, desenvolve sistemas web sob medida para as mais diversas aplicações, bem como ações de comunicação interativa, provendo ainda toda a gestão operacional da presença digital. Com mais de 150 colaboradores nas suas bases de São Paulo, Porto Alegre e Pelotas, a AG2 atende empresas como Embraer, Bradesco, General Motors, Grupo Silvio Santos, Bunge, C&A e Azaléia.

Colaboração: Andrey Cocati (Valeuuu Carecones!!!)





Nem sempre na contramão é ruim…

21 01 2008

Tramontina desafia a lógica e ganha mercado nos EUA

(AgênciaEstado)

A Tramontina está desafiando a lógica do capitalismo moderno. Enquanto o mundo inteiro transfere fábricas para a Ásia, onde os custos são mais baixos, a brasileira resolveu fazer o caminho contrário. Ela já produz 50 mil panelas de alumínio por dia na mesma planta do Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, ocupada até pouco tempo atrás por uma de suas principais concorrentes, a americana Mirro, que fechou os portões para tentar a sorte na China e no México. A estratégia às avessas ainda pode ir além: a Tramontina já comprou terreno e estuda a possibilidade de construir, dentro de cinco anos, uma segunda fábrica, em Houston, no Texas, ao lado da sede e do centro de distribuição da companhia nos EUA.A empresa fez as contas e concluiu que fazer uma panela na China e levá-la até os EUA, seu principal mercado fora do Brasil, sairia mais caro do que fabricá-la localmente. Ou seja: a empresa optou por perder em mão-de-obra, mas ganhar em agilidade e não pagar pela burocracia nem pelas tarifas de importação e de transporte. “Foi uma boa oportunidade que surgiu. A fábrica era completamente automatizada, o que aliviaria os custos de mão-de-obra, e exigiu um investimento mínimo”, diz o presidente da companhia, Clovis Tramontina. No mercado americano, a lógica dominante é oposta: mais da metade das panelas vendidas no país é fabricada no exterior. A aposta, ousada à primeira vista, está dando certo por enquanto. A Tramontina alugou a fábrica no fim de 2006, passou a produzir em plena carga a partir do ano passado e já está, neste início de ano, com a produção vendida até julho. Ela atualmente produz no país um terço de suas vendas locais. O resto vem do Brasil.